Este blog tem por objetivo divulgar atitudes positivas e novidades sobre a realidade ambiental do planeta!!
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Multas a quem descartar lixo irregularmente começam a ser aplicadas no domingo em Santos
A partir de domingo, quem for flagrado cometendo descarte irregular de lixo em Santos será multado. A punição mais baixa será de R$ 150,00 e se refere a volumes de até dois quilos (ponta de cigarro, latinha etc). A taxa sobe para R$ 250,00 no caso de volumes de dois a 100 quilos (sofá, guarda-roupas etc) e R$ 500,00 para itens de 100 a mil quilos (geladeiras, estantes). Volumes superiores a mil quilos renderão multa de R$ 1 mil (entulho, carcaças de carro etc).
A fim de orientar munícipes sobre a nova legislação, motoristas e pedestres foram surpreendidos, nesta segunda-feira, com uma performance circense em mais uma atividade da fase educativa da Campanha “Cidade sem Lixo”. Na ação, que contou com a participação do grupo ‘Os Panthanas’, fiscais das secretarias de Finanças e Meio Ambiente, além de guardiões cidadãos, orientaram e distribuíram, durante 1h30, mais de 100 sacolas plásticas.
De passagem pelo local, a analista de operações comerciais Elaine dos Santos Alves, 33 anos, já está ciente que a partir do próximo domingo começa a segunda fase da iniciativa, com aplicação de multas a quem for flagrado cometendo o descarte irregular. “As pessoas já deveriam ter essa consciência e educação”.
Quem também faz a sua parte é o tecnólogo naval Marco Aurélio da Costa, 43. “Coloco meu lixo no bolso ou no carro para jogar depois no lugar certo”.
A segunda etapa terá apoio da Polícia Militar e Guarda Municipal. Agentes da CET darão reforço para coibir motoristas infratores.
Ao flagrar a infração, o fiscal se aproximará do infrator e solicitará que ele apresente um documento de identificação. Em seguida, o cidadão receberá o auto da infração com valor da multa. O prazo para recorrer será de sete dias.
Quem deixar de pagar terá o valor da multa incluído na dívida ativa do Município e pode ficar impedido de retirar documentos na Prefeitura como certidões negativas, alvarás e licenças.
Fonte: A Tribuna On-line
sábado, 12 de abril de 2014
Após apelo da Sabesp, consumo de água na Baixada Santista cai até 40%
O sinal vermelho acendeu, a Sabesp pediu e a população atendeu. O consumo
diário de água por pessoa, aqui na Baixada Santista, que no início do ano era de
300 a 350 litros, hoje está entre 180 e 200 litros por dia. Uma redução entre
35% e 40% ou 300 milhões de litros de água.
“Ainda está um pouco acima do que a ONU (Organização das Nações Unidas) recomenda, que são 110 litros por dia. Mas, houve uma conscientização importante”, diz o gerente de Departamento de Gestão de Desenvolvimento Operacional da Sabesp, Andrenandes Sincerre Gonçalves.
De acordo com o engenheiro, ao contrário do que acontece com o sistema Cantareira, na Capital, hoje a situação na Baixada Santista é tranquila.
“Houve uma grande preocupação no início do ano por conta de um período de mais ou menos 30 dias sem chuva. Foi uma situação atípica, o verão mais quente dos últimos 50 anos. Mas, hoje, todos os mananciais que servem a região estão com a vazão plena, abastecendo de forma regular”, garante.
De qualquer forma, Gonçalves alerta para a necessidade de uma consciência ambiental durante todo o ano, não apenas nos períodos de crise no fornecimento. “É um bem finito e precisa ser usado de forma racional e consciente, para evitarmos problemas no futuro”.
Fonte: http://www.atribuna.com.br
“Ainda está um pouco acima do que a ONU (Organização das Nações Unidas) recomenda, que são 110 litros por dia. Mas, houve uma conscientização importante”, diz o gerente de Departamento de Gestão de Desenvolvimento Operacional da Sabesp, Andrenandes Sincerre Gonçalves.
De acordo com o engenheiro, ao contrário do que acontece com o sistema Cantareira, na Capital, hoje a situação na Baixada Santista é tranquila.
“Houve uma grande preocupação no início do ano por conta de um período de mais ou menos 30 dias sem chuva. Foi uma situação atípica, o verão mais quente dos últimos 50 anos. Mas, hoje, todos os mananciais que servem a região estão com a vazão plena, abastecendo de forma regular”, garante.
De qualquer forma, Gonçalves alerta para a necessidade de uma consciência ambiental durante todo o ano, não apenas nos períodos de crise no fornecimento. “É um bem finito e precisa ser usado de forma racional e consciente, para evitarmos problemas no futuro”.
Fonte: http://www.atribuna.com.br
Disputa de Casas: Ganha quem economizar mais água
Um dos ambientes da casa com maior consumo de água, a cozinha pode deixar de ser o vilão na guerra contra o desperdício, com mudança de hábitos e uso de lava-louças. Para incentivar a redução do recurso natural, as marcas Brastemp e Finish se uniram e criaram a Disputa de Casas. Idealizada pela Sagarana Comunicação, a campanha foi realizada no ano passado em São Roque, no interior de São Paulo e teve como resultado uma economia de 780 mil litros de água – o equivalente a 80 caminhões pipa – durante dois meses em 90 casas com média de 3 a 5 moradores.
Agora, Florianópolis, em Santa Catarina, é a escolhida para sediar a nova edição da Disputa de Casas.
Os voluntários que participam da disputa são orientados a só abrirem as torneiras quando necessário e a mudar a rotina doméstica no banheiro, na cozinha, na lavanderia e em outros ambientes. “Esta ação mostra, acima de tudo, que simples mudanças no dia a dia, podem trazer grandes benefícios para a sociedade e para o planeta, tanto no âmbito ambiental, quanto no econômico”, afirma Monica Nascimento, Gerente de Categoria da RB no Brasil.
E a lava-louças tem papel central na ação, já que realizar a higienização das peças com o eletrodoméstico pode economizar até 6 vezes menos água do que a lavagem manual. “Além do menor consumo de água, que pode gerar uma redução de até 17% no valor da conta no final do mês, a lava-louças é uma solução para higienização”, explica Armando Ennes do Valle Jr., Vice-Presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Whirlpool.
Interessados em participar da Disputa de Casas Florianópolis devem se inscrever entre 22 de março e 22 de abril no site www.disputadecasas.com.br ou em pontos de inscrição espalhados por Florianópolis. Entre maio e junho, os participantes serão orientados sobre uso racional da água e receberão visitas dos promotores da campanha para acompanhar o progresso. As 50 famílias que registrarem a maior redução do volume de água consumida, em comparação ao mesmo período de 2013, serão premiadas com lava-louças Brastemp e abastecidos por um ano com produtos Finish. O resultado será divulgado em agosto. A ação conta com apoio da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) e do Governo de Santa Catarina.
Para saber mais, acesse: www.disputadecasas.com.br
Fonte: http://atitudesustentavel.com.br
domingo, 30 de março de 2014
Governo de SP sanciona lei que proíbe testes de cosméticos em animais
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou em Janeiro o projeto de lei que proíbe testes com animais para o
desenvolvimento de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal.
A Natura, maior companhia brasileira de cosméticos, informou que desde dezembro de 2006 não realiza testes em animais durante o desenvolvimento de seus produtos ou de matérias-primas.
O tema ganhou força em outubro do ano passado, quando ativistas entraram no Instituto Royal, em São Roque (SP), e levaram 170 cães da raça beagle utilizados em testes de medicamentos. O texto aprovado, no entanto, não proíbe testes de remédios.
Na União Europeia, os testes em animais para cosméticos são
vetados desde 2009.
No mercado europeu, desde março de 2013, também é proibida a
venda de produtos importados que foram testados em animais.
Adriana Meyge
Fonte: http://www.valor.com.br
domingo, 9 de março de 2014
Embalagens: lavar ou não lavar?
Você lava as embalagens dos produtos consumidos em casa antes
de jogá-las na lata de lixo com a boa intenção de viabilizar a
reciclagem?
Se respondeu afirmativamente saiba que esta pode não ser uma atitude tão sustentável quanto se imagina. Você certamente está desperdiçando muita água potável e, de quebra, aumentando a quantidade de esgotos despejados nos sistemas de coletas da sua cidade.
Por outro lado, a prática da lavagem desses recipientes – de plástico, alumínio, aço, papelão ou vidro – evita, sim, a infestação por formigas, baratas, moscas e ratos. O que fazer?
“Não existe resposta pronta, nem fácil”, afirma Sandro Mancini, especialista em reciclagem de resíduos sólidos e professor do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Mancini deixa claro que lavar as embalagens não facilita em nada a reciclagem desses materiais, porque eles serão derretidos a altíssimas temperaturas. “Esses materiais vão cair em fornos com temperaturas altíssimas. Ou seja, um pouco de refrigerante, leite condensado ou vinho que estiver dentro de suas embalagens de alumínio, aço e vidro não fará diferença alguma. Vai virar fumaça que será neutralizada pelo sistema de tratamento de efluentes gasosos da empresa recicladora”, informa o especialista da Unesp.
De acordo com Mancini, o alumínio é derretido a 700 graus, em média, o aço a quase 2 000 graus e o vidro a 1 000 graus. Já o material plástico é derretido a temperaturas em torno de 200 a 300 graus. “Por terem temperaturas de fusão bem mais baixas os plásticos, ao contrário dos outros materiais, somente são derretidos depois de uma lavagem para retirar impurezas”.
Mesmo no caso dos plásticos, contudo, lavá-los em casa também pode ser considerado desperdício de água potável, de esforço e de tempo, de acordo com Mancini.
Mas e os problemas com os perigos da contaminação e com os bichos atraídos pelos restos de alimentos nas embalagens? “Por enquanto não há solução mágica para esse impasse”, reconhece o professor da Unesp. Em casa, tampar adequadamente o cesto de lixo pode resolver a questão. Em um depósito ou em uma cooperativa a situação se complica.
“Imagine uma cooperativa com milhares de latas de leite condensado com potencial de contaminação. É possível refletir, com razão, que uma lavagem feita em casa antes do descarte ajudaria. Mas também se pode pensar – e novamente com razão – que para o processo de reciclagem em si essa lavagem é desnecessária, pois essa lata vai ser derretida a 2 000 graus”.
Então, na dúvida, a recomendação é que se evite lavar as embalagens usadas para economizar água.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br
Se respondeu afirmativamente saiba que esta pode não ser uma atitude tão sustentável quanto se imagina. Você certamente está desperdiçando muita água potável e, de quebra, aumentando a quantidade de esgotos despejados nos sistemas de coletas da sua cidade.
Por outro lado, a prática da lavagem desses recipientes – de plástico, alumínio, aço, papelão ou vidro – evita, sim, a infestação por formigas, baratas, moscas e ratos. O que fazer?
“Não existe resposta pronta, nem fácil”, afirma Sandro Mancini, especialista em reciclagem de resíduos sólidos e professor do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Mancini deixa claro que lavar as embalagens não facilita em nada a reciclagem desses materiais, porque eles serão derretidos a altíssimas temperaturas. “Esses materiais vão cair em fornos com temperaturas altíssimas. Ou seja, um pouco de refrigerante, leite condensado ou vinho que estiver dentro de suas embalagens de alumínio, aço e vidro não fará diferença alguma. Vai virar fumaça que será neutralizada pelo sistema de tratamento de efluentes gasosos da empresa recicladora”, informa o especialista da Unesp.
De acordo com Mancini, o alumínio é derretido a 700 graus, em média, o aço a quase 2 000 graus e o vidro a 1 000 graus. Já o material plástico é derretido a temperaturas em torno de 200 a 300 graus. “Por terem temperaturas de fusão bem mais baixas os plásticos, ao contrário dos outros materiais, somente são derretidos depois de uma lavagem para retirar impurezas”.
Mesmo no caso dos plásticos, contudo, lavá-los em casa também pode ser considerado desperdício de água potável, de esforço e de tempo, de acordo com Mancini.
Mas e os problemas com os perigos da contaminação e com os bichos atraídos pelos restos de alimentos nas embalagens? “Por enquanto não há solução mágica para esse impasse”, reconhece o professor da Unesp. Em casa, tampar adequadamente o cesto de lixo pode resolver a questão. Em um depósito ou em uma cooperativa a situação se complica.
“Imagine uma cooperativa com milhares de latas de leite condensado com potencial de contaminação. É possível refletir, com razão, que uma lavagem feita em casa antes do descarte ajudaria. Mas também se pode pensar – e novamente com razão – que para o processo de reciclagem em si essa lavagem é desnecessária, pois essa lata vai ser derretida a 2 000 graus”.
Então, na dúvida, a recomendação é que se evite lavar as embalagens usadas para economizar água.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br
quarta-feira, 5 de março de 2014
Jack Johnson implementará medidas ecológicas para show
O músico americano Jack Johnson, que se apresentará no Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis - nos dias 13, 14 e 15/03, respectivamente - implementará uma série de medidas ecológicas para reduzir o impacto ambiental de seu show em Santiago do Chile no dia 5 de março, informou a produtora do evento.
Com objetivo de reduzir o impacto ambiental de sua turnê, o artista, que gravou seu quinto disco em um estúdio alimentado com energia solar, pediu um "backstage" verde com comida só de agricultores locais, assinalou a produtora.
O espetáculo do cantor hawaiano também servirá para impulsionar um novo sistema de compartilhamento veículo, o chamado "carpool" (carona solidária), no qual os fãs que utilizarem essa iniciativa terão vagas de estacionamento reservadas.
Além da famosa carona, Jack Johnson também incentivará o uso do transporte público e as bicicletas, tento em vista que serão instalados pontos de fornecimento de água gratuitos para que os frequentadores possam recarregar suas garrafinhas.
Para reduzir o lixo gerado e fomentar a reciclagem, também haverá contêineres adequados para reciclar devidamente os lixos rotulados.
Apesar de ser inevitável o uso de geradores, Jack Johnson usará diesel combustível diesel de baixo sulfureto, que é menos contaminante, assinalou a produtora do show.
Aliado a redução das emissões de dióxido de carbono, o artista colaborará com diversas ONGs chilenas, como a Reflorestemos, a Patagônia ou Save the Waves.
No final da turnê, que tem 44 shows programados em cidades da América e Europa, o artista ainda escolherá os três melhores recintos verdes.
Fonte: http://exame.abril.com.br
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Projeto de lei quer prestigiar cidades sustentáveis
Tornar conhecidas as cidades ambientalmente corretas é o objetivo do deputado
federal Paulo Feijó (PR-RJ).
Ao propor o Projeto de Lei 5546/13, que cria o chamado Selo Cidade Sustentável, prestigia municípios que mantiverem um índice mínimo de área verde por habitante e a correta destinação dos resíduos sólidos.
Pela proposta, só poderão receber o selo cidades com mais de 20 mil habitantes que cumprirem com as regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevista na Lei 12.305/10, e que possuam, no mínimo, 12 metros quadrados de área verde por habitante. O Selo Cidade Sustentável será concedido por órgão ambiental federal, ainda a ser escolhido.
"Nossa expectativa é a de que o reconhecimento da qualidade da gestão ambiental das administrações públicas municipais conferido por um selo desta natureza, trará benefícios, inclusive financeiros, nacionais, estaduais e mesmo internacionais, para as cidades que se destacarem na busca da sustentabilidade", afirma o deputado na justificativa do projeto.
O projeto de lei será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADAS) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), e tramitará de forma conclusiva, ou seja, não precisará ser analisado pelo plenário da Câmara Federal para ser aprovado.
Fonte: http://www.oeco.org.br
Ao propor o Projeto de Lei 5546/13, que cria o chamado Selo Cidade Sustentável, prestigia municípios que mantiverem um índice mínimo de área verde por habitante e a correta destinação dos resíduos sólidos.
Pela proposta, só poderão receber o selo cidades com mais de 20 mil habitantes que cumprirem com as regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevista na Lei 12.305/10, e que possuam, no mínimo, 12 metros quadrados de área verde por habitante. O Selo Cidade Sustentável será concedido por órgão ambiental federal, ainda a ser escolhido.
"Nossa expectativa é a de que o reconhecimento da qualidade da gestão ambiental das administrações públicas municipais conferido por um selo desta natureza, trará benefícios, inclusive financeiros, nacionais, estaduais e mesmo internacionais, para as cidades que se destacarem na busca da sustentabilidade", afirma o deputado na justificativa do projeto.
O projeto de lei será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADAS) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), e tramitará de forma conclusiva, ou seja, não precisará ser analisado pelo plenário da Câmara Federal para ser aprovado.
Fonte: http://www.oeco.org.br
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