Este blog tem por objetivo divulgar atitudes positivas e novidades sobre a realidade ambiental do planeta!!
domingo, 5 de janeiro de 2014
Green School - Um novo conceito de ensino para as futura gerações
Chegou 2014 e com ele a vontade de escrever.
Amanhã 06 de Janeiro o blog completa seu 4° aniversário e para comemorar nada melhor que um post novo.
Hoje ao assistir um programa na TV fiquei encantada com um trabalho realizado em Bali na Indonésia com crianças e jovens. É a chamada Green School - uma escola totalmente voltada aos princípios ambientalistas.
Construída totalmente em estrutura de bambu a mesma segue idéias sustentáveis e possui uma educação diferente voltada para o respeito a todas as formas de vida.
Segundo palavras dos seus fundadores: "Estamos construindo a Green School para criar um novo paradigma para a aprendizagem. Queremos que as crianças cultivem sensibilidades físicas que lhes permitam adaptar-se ao mundo. Queremos que as crianças desenvolvam a consciência espiritual e intuição emocional, e incentivá-los a admirar todas as formas de vida."
Ao pesquisar na Internet a respeito descobri que no Brasil também existem trabalhos parecidos, assim como uma escola localizada em Indaiatuba.
Para maiores informações acessem o site e conheçam um pouco mais a respeito deste trabalho encantador: http://www.greenschool.org/
Green School em Indaiatuba: http://www.greenschool.com.br/home
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Desacelere e pare de Crescer!
Esta exclamação bem que poderia estar vindo de
alguma espécie extraterrestre superinteligente, observando de longe os
terráqueos consumindo todos os seus recursos e caminhando para sua extinção.
Mas ela está partindo dos próprios seres humanos, alguns deles economistas e
líderes bem conscientes do estado do mundo.
Você já reparou que o senso de urgência nas vidas das
pessoas aumentou vertiginosamente nos últimos anos? Tudo é pra ontem, tudo é de
última hora, tudo é urgente e importantíssimo. Qualquer coisa pode acontecer
desde que sua fonte de renda não seja prejudicada. A venda máxima de produtos e
serviços é o objetivo absoluto, seja qual for o meio utilizado. Essa busca
frenética por produção e resultado pode impulsionar um crescimento quantitativo
da economia, mas de longe isso não se reflete em melhoria na qualidade de vida
ou felicidade das pessoas. O transporte continua ruim, a saúde nem se fala, só
ricos tem educação de qualidade, poucas pessoas tem tempo para diversão, todos
estão expostos a falta de segurança e todos sofrem ou sofrerão com os danos da
poluição. Fato.
Por que os países continuam perseguindo tanto o
crescimento do PIB (indicador quantitativo) e não o de desenvolvimento humano?
Por que as empresas buscam crescimento sobre crescimento, como se pudessem
aumentar suas vendas infinitamente? Por que as pessoas aceitam esse sistema?
Por que perseguem tanto a riqueza monetária se nem conseguem usufruir do que
acumulam?
Alguns economistas estão faz tempo alertando que já
ultrapassamos o limite físico e natural do crescimento. Que não existe ganho
econômico sem alguma perda ao meio ambiente. Que a conta financeira do
mundo, cheia de externalidades, já é tão grande que teremos que rever todo o
sistema de financiamento do planeta para ajudar alguns países a arcarem com
custos provenientes de crises ambientais. Isto se, daqui ha algumas décadas não
cairmos em guerras generalizadas entre nações em busca de recursos e espaço.
Pois bem: se crescimento não significa prosperidade no
sentido de qualidade de vida, estes economistas já começam a propor a teoria do
Estado Estacionário na economia. Isto significa que países, empresas e pessoas
podem perseguir um crescimento econômico (e ter apoio para isso) somente até
atingirem níveis satisfatórios de desenvolvimento humano. Uma vez dispondo dos
recursos para satisfazer as necessidades básicas de uma população, estes países
estacionam suas economias para dar espaço e apoio aos mais necessitados, até
que tenhamos um mundo mais equilibrado e harmônico.
Uma pessoa para ser feliz precisa viver em tempos de paz
(sem guerras), ter acesso a moradia, ter educação, ter saúde e ter liberdade
para se locomover e ter tempo para vida social. Inúmeras pesquisas e estudos já
provaram que estes são os quesitos mais importantes para que o planeta viva em
um equilíbrio mais sustentável. E muitas destas coisas não tem preço
estipulado, ou seja, são externalidades da economia, termo citado
anteriormente.
Onde foi então que erramos, criando uma economia baseada
em ganhos financeiros através do consumo e todos os aspectos negativos que o
acompanham? Na deturpação tal de valores que faz altos executivos pagarem fortunas
para ouvir teóricos como Phillip Kotler, Porter e outros figurões defenderem o
capitalismo posicionando a crise ambiental como oportunidades de mercado para
mais ganhos financeiros ainda?
Bom, mas antes que este texto se transforme em um muro de
lamentações ou críticas ao capitalismo aberto, vamos a algumas ideias que podem
reverter esse quadro deixando os extraterrestres-amigos mais tranquilos quanto
ao futuro dos humanos na terra:
(1) Externalidades:
considerar no preço das coisas o valor ambiental para recuperação das áreas
degradadas ou da remediação de problemas colaterais (aquecimento global,
exaustão de recursos, problemas sociais e etc). Já existem cálculos deste tipo
e as coisas ficarão tão caras que teremos que rever nossos níveis de produção e
de consumo;
(2) Estacionar economias: não precisamos crescer infinitamente, mas sim buscar equilíbrio e
qualidade de vida. Atingindo estes níveis paramos de crescer e buscamos a
manutenção;
(3) Desacelerar: não precisamos trabalhar 5 dias por semana e descansar 2. Não precisamos
trabalhar o dia inteiro. Precisamos diminuir o tempo de trabalho e aumentar o
tempo de diversão, principalmente, a diversão gratuita, sem consumo de
recursos;
(4) Regulamentar propaganda: diminuir drasticamente o incentivo ao consumo,
principalmente de produtos supérfluos. Mídia que deseduca, confundindo as
pessoas em detrimento da persuasão à compra, não deve ser livre e sim pagar uma
compensação por manipulação para um fundo destinado a educação;
(5) Desonerar iniciativas de desenvolvimento sustentável: novos negócios e produtos prometem diminuir muito
impactos ambientais. Incentivar estas práticas através de menos impostos. A
abordagem para estes novos negócios é para satisfazer necessidades e não para o
ganho financeiro a curto prazo (novos meios de locomoção, por exemplo, ao invés
de carros mais modernos);
(6) Reverter prioridade nas cidades: rever a administração das cidades para terem espaços
públicos mais voltados a transporte coletivo e convivência dos habitantes. As
cidades são para as pessoas e não para os carros.
A Promenade, de Paris, transformou um viaduto (assim como
o elevado de SP) em uma longa passarela verde para pedestres. Menos lugar para
os carros, mais para as pessoas.
Algumas destas e muitas outras ideias foram publicadas
recentemente na revista Superinteressante, edição especial, que aliás,
incentivou o texto acima. Vale muito a leitura e a reflexão!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Virada Sustentável 2013 começa nesta quarta em São Paulo
A terceira edição da Virada Sustentável, evento que espera ampliar o acesso à informações sobre sustentabilidade a partir de uma abordagem positiva para a população, será lançado oficialmente às 20h desta quarta, dia 5, no Centro Cultural São Paulo (CCSP).
De acordo com os organizadores, serão mais de 600 atrações distribuídas em mais de 100 espaços espalhados por São Paulo entre os dias 6 a 9 de junho.
Para marcar o lançamento do evento, nesta quarta ocorre o plantio de uma muda de pau-brasil no Memorial da América Latina, além da Bicicletada de Abertura da Virada Sustentável, saindo do Centro Cultural São Paulo para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente e o início da Virada Sustentável.
A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento. http://www.viradasustentavel.com/site/
A escritora Patrícia Secco foi a vencedora do júri popular (on-line) no Prêmio Virada Sustentável 2013, envolvendo uma lista de 100 pessoas que estão transformando São Paulo num lugar mais sustentável e melhor para se viver. Especializada em livros voltados ao público infanto-juvenil, com mais de 250 títulos publicados, Patrícia é responsável pelo projeto Ler é Fundamental de incentivo a leitura, que já distribuiu mais de 20 milhões de livros gratuitamente em parceria com inúmeras empresas e instituições.Também atuou na área das artes cênicas, tendo produzido oito peças que levaram mais de 200 mil crianças gratuitamente ao teatro. E sustentabilidade é o tema sobre o qual versa a maior parte de seu trabalho.
O segundo vencedor do Prêmio, escolhido pelo júri do Conselho Curador da Virada Sustentável, será anunciado nesta quarta, dia 5 de junho, durante cerimônia de entrega da premiação e lançamento oficial da edição 2013 da Virada Sustentável, em evento aberto ao público no Centro Cultural São Paulo (CCSP), a partir das 20h.
A Virada Sustentável – Idealizada por comunicadores que reconhecem a importância da abordagem positiva de um tema para gerar o envolvimento das pessoas, o evento teve sua primeira edição em 2011, quando reuniu mais de 500 mil pessoas em 482 atrações distribuídas em 78 espaços. No segundo ano, mais distribuída por São Paulo, com ações e atrações em todas as regiões da cidade, a Virada se reuniu em torno de 740 mil pessoas em 612 atividades gratuitas localizadas em 149 locais.
Fonte: Terra
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Horta de 1000m² cobre terraço de Shopping em São Paulo
O Shopping Eldorado, em São Paulo, destaca-se no cenário urbano da Marginal Pinheiros ao transformar seu terraço em uma horta de mil metros quadrados. O espaço coberto de concreto e propício a acumular calor, agora produz berinjelas, jiló, alfaces etc, que vão parar nos pratos dos funcionários.
A construção de hortas em telhados, além do ganhar com a produtividade do alimento, ajuda na redução do efeito de concentração de calor e no sequestro de carbono, já que hortaliças adoram CO2, gás presente em abundância em grandes centros urbanos.
O legal também é que o adubo, que faz com que as plantas se desenvolvam, é fruto do desperdício na praça de alimentação do Eldorado. De acordo com o Plante Sustentável, o empreendimento utiliza 14 toneladas de adubo por mês, todo ele proveniente da reciclagem de 25% das 300 toneladas de lixo geradas no local mensalmente.
Segundo o engenheiro agrônomo, Rui Signori, a compostagem é utilizada há um ano e seu processo foi acelerado para 3 horas, em vez de 180 dias, graças a duas enzimas que auxiliam na aceleração da decomposição.
Até ao final do ano, Signori pretende cobrir todo o teto, que possui 9.800 metros quadrados. O projeto custa R$12 mil por mês. "Daqui cinco anos, vai ser praticamente inviável mandarmos lixo para o aterro devido às taxas. Quando o projeto ganhar corpo, teremos uma grande economia", prevê o técnico de operações Tiago de Lima Silva.
Além disso, o shopping pretende futuramente diminuir em um grau a temperatura interna do local.
Fonte: www.ecodesenvolvimento.org
sábado, 6 de abril de 2013
Pesquisadores brasileiros planejam criação de sensor popular para detectar água potável
Já imaginou poder analisar sozinho se a água que você vai utilizar é potável ou não? Em breve isso pode ser uma realidade. Pesquisadores brasileiros aceitaram o desafio de criar um nanossensor de baixo custo e fácil de usar, capaz de saber se uma amostra de água está limpa ou suja.
Os sensores poderão ser utilizados também para avaliar a qualidade de resíduos industriais em águas de rios e lagos e do nível de contaminação da água por contaminantes biológicos, metais pesados e defensivos agrícolas.
Intitulado de "sensor popular", já que poderá ser usado pela população, ele será capaz de identificar a presença de três poluentes na água. São eles: Escherichia coli (bactéria responsável por graves problemas intestinais), metais pesados e glifosato (herbicida).
Os responsáveis pelo projeto são especialistas nas áreas de física, química e biologia. "Um dos fatos que provocou esse programa foi imaginar que a Amazônia é um 'mar de água' e que não é potável. A população ribeirinha também não sabe se pode beber a água", disse o professor Ennio Candotti, vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, ao site Inovação Tecnológica.
O professor Celso Pinto de Melo, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), lembrou também a importância dessa tecnologia para a população brasileira que é castigada pela seca. Estas pessoas costumam andar quilômetros para conseguir um pouco de água sem ao menos saber a qualidade do que vai encontrar e consumir.
O pesquisador Carlos César Bufon afirmou que os sensores nanoestruturados também poderão ser utilizados para avaliar a qualidade de resíduos industriais em águas de rios e lagos e do nível de contaminação da água por contaminantes biológicos, metais pesados e defensivos agrícol
Fonte: Portal EcoD http://www.ecodesenvolvimento.org
domingo, 10 de março de 2013
Empresa cria colchão feito de garrafas PETs que não propaga fogo
Quando adquirimos os móveis para casa, não costumamos observar se eles possuem algum certificado de segurança comprovada por autoridades. O que é preocupante, uma vez que, segundo o Ministério da Saúde, além de produtos inflamáveis, as cortinas, toalhas e colchões costumam ser os responsáveis pela propagação do fogo em um incêndio acidental.
Preocupada com essas causas de acidentes a empresa Trisoft criou um colchão com sistema Petfom que une segurança e sustentabilidade. Ele é feito de garrafas PETs retiradas do meio ambiente e, posteriormente, recicladas, que não propagam fogo em caso de incêndio acidental.
De acordo com a empresa, o sistema tem performance superior quando comparado as espumas utilizadas normalmente com a mesma finalidade, obtendo melhor desempenho contra deformação, oxidação, proliferação de microrganismos e aumentando a sua vida útil.
Além disso, o PETfom é auto-extinguível, não propaga fogo e não serve como combustível em caso de incêndio, deixando de emitir qualquer subproduto tóxico como fumaça.
O colchão, além de sanar uma preocupação com a segurança, retira cerca de 1.200 garrafas PETs da natureza, para cada colchão de casal fabricado. Os fabricantes afirmaram ainda que o Petfom também possibilita a otimização de custo.
Fonte: http://noticias.br.msn.com/verde/empresa-cria-colch%C3%A3o-feito-de-garrafas-pets-que-n%C3%A3o-propaga-fogo
sábado, 12 de janeiro de 2013
Empresa recolhe celulares para reciclagem
A Eco-Cel, empresa com apenas 18 meses de vida, busca aumentar a porcentagem de reciclagem de celulares no Brasil. Para isso, distribui urnas de recolhimento em diversos lugares, e encaminha todos os aparelhos usados para processos de reaproveitamento.
“Hoje temos cerca de 400 urnas, sendo que até o final do ano nosso objetivo é chegar ao número de 800 unidades”, conta Roberto Lucena, diretor da Eco-Cel. Essas urnas são produzidas com papelão, um material reciclável.
O sistema funciona da seguinte maneira: empresas interessadas devem entrar em contato com a Eco-Cel, para que seja instalada a urna da empresa. A Eco-Cel remunera o local de acordo com o número de aparelhos arrecadados, que são recolhidos mensalmente. Chegando nos centros de reciclagem, é realizada uma triagem inicial, separando o material plástico das partes elétricas. A parte plástica fica no Brasil para ser reciclado e voltar a sua cadeira natural. “O restante do celular é totalmente moído, ensacado e levado em contâiners para a Bélgica, Alemanha ou EUA, pois esses são os países que detém a tecnologia e as máquinas necessárias para fazer a extração dos materiais dos celulares, como ouro, alumínio, cerâmica e cobre”, explica Roberto. Depois disso, esses materiais podem ser usados novamente em fábricas e indústrias.
Por enquanto, a distribuição de urnas é feita apenas na cidade de São Paulo, mas a empresa pretende aumentar a ação para o Rio de Janeiro.
Para saber mais acesse: http://www.eco-cel.com/
“Hoje temos cerca de 400 urnas, sendo que até o final do ano nosso objetivo é chegar ao número de 800 unidades”, conta Roberto Lucena, diretor da Eco-Cel. Essas urnas são produzidas com papelão, um material reciclável.
O sistema funciona da seguinte maneira: empresas interessadas devem entrar em contato com a Eco-Cel, para que seja instalada a urna da empresa. A Eco-Cel remunera o local de acordo com o número de aparelhos arrecadados, que são recolhidos mensalmente. Chegando nos centros de reciclagem, é realizada uma triagem inicial, separando o material plástico das partes elétricas. A parte plástica fica no Brasil para ser reciclado e voltar a sua cadeira natural. “O restante do celular é totalmente moído, ensacado e levado em contâiners para a Bélgica, Alemanha ou EUA, pois esses são os países que detém a tecnologia e as máquinas necessárias para fazer a extração dos materiais dos celulares, como ouro, alumínio, cerâmica e cobre”, explica Roberto. Depois disso, esses materiais podem ser usados novamente em fábricas e indústrias.
Por enquanto, a distribuição de urnas é feita apenas na cidade de São Paulo, mas a empresa pretende aumentar a ação para o Rio de Janeiro.
Para saber mais acesse: http://www.eco-cel.com/
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