domingo, 10 de março de 2013

Empresa cria colchão feito de garrafas PETs que não propaga fogo



Quando adquirimos os móveis para casa, não costumamos observar se eles possuem algum certificado de segurança comprovada por autoridades. O que é preocupante, uma vez que, segundo o Ministério da Saúde, além de produtos inflamáveis, as cortinas, toalhas e colchões costumam ser os responsáveis pela propagação do fogo em um incêndio acidental.

Preocupada com essas causas de acidentes a empresa Trisoft criou um colchão com sistema Petfom que une segurança e sustentabilidade. Ele é feito de garrafas PETs retiradas do meio ambiente e, posteriormente, recicladas, que não propagam fogo em caso de incêndio acidental.

De acordo com a empresa, o sistema tem performance superior quando comparado as espumas utilizadas normalmente com a mesma finalidade, obtendo melhor desempenho contra deformação, oxidação, proliferação de microrganismos e aumentando a sua vida útil.

Além disso, o PETfom é auto-extinguível, não propaga fogo e não serve como combustível em caso de incêndio, deixando de emitir qualquer subproduto tóxico como fumaça.

O colchão, além de sanar uma preocupação com a segurança, retira cerca de 1.200 garrafas PETs da natureza, para cada colchão de casal fabricado. Os fabricantes afirmaram ainda que o Petfom também possibilita a otimização de custo.

Fonte: http://noticias.br.msn.com/verde/empresa-cria-colch%C3%A3o-feito-de-garrafas-pets-que-n%C3%A3o-propaga-fogo

sábado, 12 de janeiro de 2013

Empresa recolhe celulares para reciclagem

A Eco-Cel, empresa com apenas 18 meses de vida, busca aumentar a porcentagem de reciclagem de celulares no Brasil. Para isso, distribui urnas de recolhimento em diversos lugares, e encaminha todos os aparelhos usados para processos de reaproveitamento.
“Hoje temos cerca de 400 urnas, sendo que até o final do ano nosso objetivo é chegar ao número de 800 unidades”, conta Roberto Lucena, diretor da Eco-Cel. Essas urnas são produzidas com papelão, um material reciclável.

O sistema funciona da seguinte maneira: empresas interessadas devem entrar em contato com a Eco-Cel, para que seja instalada a urna da empresa. A Eco-Cel remunera o local de acordo com o número de aparelhos arrecadados, que são recolhidos mensalmente. Chegando nos centros de reciclagem, é realizada uma triagem inicial, separando o material plástico das partes elétricas. A parte plástica fica no Brasil para ser reciclado e voltar a sua cadeira natural. “O restante do celular é totalmente moído, ensacado e levado em contâiners para a Bélgica, Alemanha ou EUA, pois esses são os países que detém a tecnologia e as máquinas necessárias para fazer a extração dos materiais dos celulares, como ouro, alumínio, cerâmica e cobre”, explica Roberto. Depois disso, esses materiais podem ser usados novamente em fábricas e indústrias.
Por enquanto, a distribuição de urnas é feita apenas na cidade de São Paulo, mas a empresa pretende aumentar a ação para o Rio de Janeiro.

Para saber mais acesse: http://www.eco-cel.com/

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Guaraná Antarctica lança primeira PET feita com 100% de PET reciclada


Investindo em ações para melhorar a qualidade de vida dos seus consumidores, Guaraná Antarctica lança neste mês a primeira embalagem PET 100% reciclada do Brasil. A tecnologia empregada na fabricação da nova garrafa permite que qualquer outra embalagem PET, independente de cor, formato ou fabricante, se transforme em uma garrafa de Guaraná Antarctica. A inovação, que deve impactar toda a cadeia de reciclagem do país, retira do meio-ambiente um equivalente a 30m3 de material descartado em aterro sanitário para cada cinco toneladas de PET reciclada.
Para o gerente de marketing de Guaraná Antarctica, Thiago Guedes Hackradt, a marca investiu exatamente nesse formato para um projeto de sustentabilidade focado em reciclagem porque acredita que o melhor destino para uma garrafa PET é se transformar em uma nova garrafa PET. "Além de 100% reciclada, a nova garrafa de Guaraná Antarctica é feita com embalagens de origens distintas, característica presente no DNA do povo brasileiro, que é fruto de uma miscigenação de culturas e origens. Essa decisão reforça ainda mais a brasilidade da marca", completa o gerente.
Esta iniciativa está alinhada ao Ambev Recicla, que reúne um conjunto de iniciativas para promover o aumento da reciclagem do país, a redução de uso de matéria prima e a educação dos consumidores. Estas ações beneficiam toda a cadeia de produção - consumidores, cooperativas, sociedade e meio ambiente - e estão apoiadas em cinco eixos: educação ambiental, apoio a cooperativas, pontos de coletas seletivas, fomento ao movimento de reciclagem e desenvolvimento de embalagens sustentáveis.
O plano é expandir a iniciativa, chegando a 20% de embalagens de 2 litros de Guaraná Antarctica até o final de 2013. Hoje, ela já está presente em 12% delas, o equivalente a mais de 28 milhões de garrafas ou 56 milhões de litros da bebida. Até o final de 2012, esse número deve subir para 40 milhões de garrafas.
Impacto Ambiental

Produzida nas fábricas da Ambev localizadas em Nova Rio (RJ), Curitibana (PR) e Sapucaia (RS), a embalagem PET 100% reciclada deve consumir 70% menos energia elétrica em relação à produção do material virgem, além de diminuir 20% o consumo de água (dados informados pela Brasil Pet). Outras contribuições do projeto são a economia de petróleo utilizada nesse processo e uma redução anual de material de embalagem em 1,3 milhão de Kg.

Segundo o 8º Censo da reciclagem do PET no Brasil, realizado pela ABIPET ? Associação Brasileira da Indústria do PET - são recicladas, atualmente, 294 toneladas de material PET, o equivalente a 57,1% de todo o material virgem produzido. Desse total, apenas 18% são utilizados em embalagens recicladas. Só em 2012, Guaraná Antarctica deve retirar mais de 60 milhões de embalagens das ruas, número que deve crescer nos próximos anos.
"Essa nova aplicação do PET 100% reciclado pós-consumo representará um importante impulso para a reciclagem no país", destaca Ricardo Rolim, diretor de relações socioambientais da Ambev. "A iniciativa tem potencial considerável para aumentar o índice de reaproveitamento de garrafas PET, impactando toda a cadeia de reciclagem no Brasil. A necessidade de matéria-prima estimula as cooperativas de catadores gerando, assim, um incentivo natural da sociedade para o descarte correto do material", reforça o diretor.
As novas embalagens de Guaraná Antarctica estarão disponíveis nos principais pontos de vendas da região Sul e nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com expansão prevista para todo o país até o final de 2014

Fonte: Revista Meio Ambiente Industrial http://rmai.com.br/v4/Read/1412/guarana-antarctica-lanca-primeira-pet-feita-com-100-de-pet-reciclada.aspx

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

‘Privada do futuro’ paga por Bill Gates estará à venda em 2015, prevê criador


Muito Interessante!!



Na busca por uma solução para os problemas sanitários do mundo, o fundador da Microsoft, Bill Gates, decidiu inovar: lançou um concurso entre oito universidades internacionais para que elas criassem novos modelos de vasos sanitários baratos e sustentáveis.
O projeto vencedor, criado por uma equipe de cientistas do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia, na tradução do inglês), deve estar pronto para ser usado pelo público e comercializado daqui a 30 meses, em fevereiro de 2015, disse ao G1 o autor do projeto, o professor de engenharia Michael Hoffmann.
A “privada do futuro” é autossuficiente e movida a energia solar, afirma Hoffmann. Formada por sete pesquisadores (todos PhDs, segundo o professor), a equipe da Caltech montou o projeto dentro da cúpula do terraço de um laboratório da faculdade.
Três protótipos foram criados: uma privada comum, um mictório e uma fossa. Os vasos sanitários foram instalados em um patamar mais alto, enquanto um tanque abaixo faz as reações químicas que vão oxidar as “necessidades”.
A energia solar é utilizada para uma reação que transforma as fezes em fertilizantes e gás hidrogênio, de acordo com Hoffmann. O gás alimenta baterias que podem ter várias finalidades, inclusive dar energia extra ao vaso sanitário durante à noite e em dias nublados, segundo os autores do projeto.
As privadas “operam em um sistema fechado, em que a água passa por um sistema de reciclagem interna para ser totalmente reaproveitada”, ressalta o pesquisador. Além de servir para o vaso sanitário, a água sai pronta para ser direcionada para irrigação, por exemplo.
Hoffmann ressaltou que o sistema está sendo desenvolvido há anos pensando nos países mais pobres, onde o acesso ao saneamento é muito baixo
“O vaso é independente de infraestrutura urbana, como rede elétrica, e de sistemas subterrâneos de recolhimento de esgoto”, disse ele em um vídeo da Caltech que explica a “privada do futuro”.
Hoffmann disse ao G1 que o projeto vai ser incorporado às teses de PhD de seus alunos. “Ainda houve pesquisas laboratoriais fundamentais que fizemos para provar que o sistema funciona”, disse. A equipe contou com apoio de outros cientistas e alunos da Caltech no projeto.

Fonte: Globo Natureza



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Reforma 'verde' vai mudar data center da empresa Apple

Símbolo da Apple

Em maio, a Apple anunciou que seu principal centro de processamento de dados nos Estados Unidos será totalmente reformulado. Com isso, ele passará a funcionar com 100% de energia limpa até o final de 2012.

A promessa da empresa de Steve Jobs sobre o data center de Maiden, na Carolina do Norte, foi feita exatamente um mês depois da Apple aparecer ao lado da Microsoft e da Amazon em um relatório do Greenpeace. O ranking "How Clean is your cloud?" (O quão limpa é a sua nuvem) indicou que mais da metade da energia que alimenta a nuvem da Apple tem origem em fontes de energia consideradas sujas.
Isso significa que boa parte da energia responsável por fazer o data center funcionar durante 24 horas por dia não é renovável. O carvão, por exemplo, é uma das fontes mais usadas atualmente nas centrais da Apple. O problema é que ele é considerado um dos grandes vilões do aquecimento global porque emite uma grande quantidade de gases efeito estufa.

Segundo Pedro Torres, coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, o objetivo da ONG foi apontar as 15 maiores empresas do setor de TI e expor publicamente o uso de energia suja, como carvão e energia nuclear, dessas companhias como forma de pedir para que elas mudem sua matriz energética para fontes limpas. "O Greenpeace acredita no poder e na condição das empresas de se abastecer com energia renovável porque não se tratam de empresas de pequeno porte", explica Torres.

Para elaborar o ranking que aponta a Apple, a Amazon e a Microsoft com as empresas de TI que mais usam fontes sujas em seus data centers, o Greenpeace analisou os relatórios de sustentabilidade e de demanda energética gerados pelas empresas. "Ao verificar a quantidade de energia que cada data center e cada uma dessas companhias gasta no local, você consegue identificar de onde ela tira a energia", explica Torres.

Agora, a Apple iniciou um processo para minimizar as preocupações ambientais com a rápida expansão de centrais de servidores. Segundo a empresa, até o final deste ano, 60% de toda a demanda de energia do seu data center em Maiden será suprida pela geração local de eletricidade.

Para atingir a meta, uma usina solar ao lado das instalações do data center será construída. Também haverá uma central de células de combustível a biogás. Logo, serão duas centrais de energia solar na região, com uma capacidade de fornecer até 84 milhões de kWh de energia anualmente.

Segundo a Apple, a união dessa usina solar com a central de células de combustível e biogás vai tornar o data center em Maiden o mais sustentável já construído por se tratar de uma escala de produção local de energia renovável que nenhuma outra empresa conseguiu até hoje.

Os 40% restantes dessa demanda de energia serão supridos pela compra de eletricidade da rede que tenha origem em fontes limpas próximas ou regionais. Por isso, a Apple fechou uma parceria com uma organização sem fins lucrativos, a NC Green Power. Dessa forma, a empresa pretende estimular o aumento da produção local de energia renovável em todo o estado da Carolina do Norte.

Diante dessa conquista, Torres conta que o Greenpeace ficou muito contente com a iniciativa da Apple. Para Torres, a esperança é que, com isso, a Apple, uma das maiores empresas da área de TI, consiga mostrar a importância do uso de energia limpa e influencie outras empresas do setor.

O Greenpeace acredita que ao solucionar esse problema ambiental, a Apple se torna capaz de atrair mais consumidores, que estão preocupados com a sustentabilidade e que consideram esse fator na hora de comprar seus produtos.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

GiraDora - Uma máquina de lavar movida a força humana


Este projeto  muito interessante foi elaborado pelo Art Center College Design e o equipamento ainda está em teste mas parece ser muito benéfico para famílias que moram em locais afastados e não possuem acesso a máquinas de lavar roupa.

Benefícios da GiraDora

Tempo e Economia de Água: GiraDora é mais eficiente e economiza tempo do usuário. Ao esfregar cada roupa individualmente, a lavagem pode levar cerca de 5 horas. Com GiraDora, as mulheres são capazes de completar  a lavagem em pouco tempo agitando-os simultaneamente em um sistema parecido com uma máquina de lavar roupa.

Reduz dores nas costas: A operação de GiraDora é muito mais confortável do que a prática das mulheres, de cócoras sobre bacias no chão.


Reduz a incidência de lesão no pulso: GiraDora também alivia as tensões sobre as mãos e pulsos.

Melhora a saúde respiratória no Inverno: roupas úmidas que levam até 3 semanas para secar no inverno - podem causar muitos problemas respiratórios em crianças, incluindo a asma. GiraDora trabalha como uma centrífuga, eliminando a umidade da roupa, reduzindo drasticamente os tempos de secagem em um varal, dificultando o crescimento de fungos.

Melhora o conforto: GiraDora elimina a necessidade das mãos em contato com a água fria, que causa doenças de pele e muito desconforto no inverno. Permite que as mulheres lavem roupa dentro de casa em tempo frio ou chuvoso.


Para maiores informações acessem o site: http://www.dellchallenge.org/projects/giradora-safe-agua

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Moradores do Alemão trocam material reciclável por livro

Estante de biblioteca repleta de livros antigos

Pela primeira vez, moradores do Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, podem trocar materiais recicláveis por conhecimento. Isto é possível em uma feira ecológica que ocorreu na comunidade e permitiu a doação de garrafas PET e latinhas de alumínio em troca de livros.

Promovida pela Secretaria Estadual do Ambiente do RJ, o objetivo da ação é incentivar a leitura e alertar a população sobre a importância da preservação ambiental. Segundo a superintendente de Território e Cidadania da secretaria, Ingrid Gerolimich, a estimativa é distribuir 2,5 mil livros de diversos gêneros literários e educacionais até o fim do evento, às 17h. O evento tem ainda exposições e oficinas de artesanato.

Ingrid Gerolimich ressaltou que não só os estudantes do projeto Fábrica Verde, como toda a comunidade, podem participar da feira ecológica. Implementado no Complexo do Alemão em outubro do ano passado, o projeto permite a alunos transformar lixo eletrônico em computadores novos. “A gente tenta trabalhar a formação humana como um todo. A gente entendeu que esta iniciativa é importante, não só para os alunos da Fábrica Verde, mas para a comunidade do Alemão como um todo”, disse.

A superintendente contou que a feira, iniciada por um grupo de moradores do Complexo da Maré pertencentes ao projeto Livraria Ecológica do Brasil, deve ser disseminada para outras comunidades pacificadas. “É importante porque eles [os participantes] levam daqui e vão falar sobre esta feira, sobre esta ação com os familiares e amigos. Então, a ideia vai crescendo e com isso a gente consegue alguns bons resultados”, completou.

De acordo com o coordenador do projeto Livraria Ecológica do Brasil, que apoia a iniciativa no Complexo do Alemão, Demésio Batista da Silva, o próximo passo é montar uma biblioteca, com cinco a seis mil livros. “O primeiro passo foi este, fazer esta feira do livro para atrair as pessoas e incentivar a leitura. O objetivo principal deste evento é captar leitores para a gente montar a biblioteca, além de estar incentivando a preservação do meio ambiente.”

Fonte: http://www.mundosustentavel.com.br/