O levantamento, batizado de “Sustentabilidade: Aqui e Agora”, mostrou ainda que 60% dos entrevistados são favoráveis ao fim do uso de sacolas plásticas e 66% passariam a separar o lixo caso tivessem coleta seletiva no bairro.
Apesar dessa disposição para adotar medidas ambientalmente corretas, 90% dos pesquisados informaram que utilizam sacolas plásticas na hora das compras e só 27% compram produtos feitos de material reciclado.
Além disso, o preço elevado dos chamados produtos orgânicos, que chegam a custar 20% a mais do que os convencionais, ainda são uma barreira para o acesso dos brasileiros a esse mercado.
Segundo o estudo, apenas 27% dos pesquisados compraram algum tipo de alimento sem agrotóxicos no último ano. Outro dado que chama a atenção é que somente 13% substituiram o automóvel pelo transporte coletivo.
Sendo que o maior percentual foi registrado em São Paulo (18%). Com relação à informação sobre o meio ambiente, 52% responderam que têm pouco conhecimento sobre o tema, 26% disseram que estão bem informados e 22% não sabem nada sobre o assunto.
Para 63% dos entrevistados, a escola é a principal responsável pela divulgação de ações de preservação ambiental. Já a solução dos problemas ambientais é de responsabilidade das prefeituras, segundo 40% dos 1.100 entrevistados.
Fonte: Metro - 02/11/2010
Este blog tem por objetivo divulgar atitudes positivas e novidades sobre a realidade ambiental do planeta!!
sábado, 11 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Qual tipo de fralda escolher: de pano ou descartável???

O dilema da escolha entre a fralda de pano e fralda descartável é conhecido há muito tempo. Afinal, o que é melhor para reduzir as agressões ao meio ambiente?
Usar fraldas descartáveis e feitas de plástico, que geram uma quantidade enorme de resíduos; ou optar pelas de pano e reutilizáveis, mas que gastam água e energia para lavar?
Na realidade, ambas têm prós e contras, e a maioria das pesquisas que busca medir os impactos das duas é feita por quem defende uma das candidatas.
Fraldas descartáveis
Prós:
- Segundo a Procter & Gamble, fabricante da marca Pampers, as fraldas comparadas com as de 20 anos atrás, elas agora pesam 40% menos e usam 80% menos embalagem.
- Os investimentos em inovação ajudam a diminuir o impacto ambiental. No caso específico da Procter & Gamble, a empresa tem uma nova tecnologia de absorção que permite reduzir em 30% a utilização de polpa de celulose. A embalagem é 35% mais compacta e 75% dela é feita de plástico reciclado. E sem interferir na absorção.
Contras:
- Uma análise da Real Diaper Industry Association, associação norte-americana que defende as fraldas de tecido, mostrou que as descartáveis tiveram 3x mais gastos na fabricação. E que os produtos envolvidos na obtenção de seu plástico seriam mais perigosos do que os usados na produção do algodão.
Fraldas de pano
Prós:
- Por ser de pano, pode ser reutilizada diversas vezes – o que reduz a quantidade de resíduos mandados diariamente para os aterros sanitários. De acordo com o site da Babyslings, marca brasileira de fraldas de pano, as rivais descartáveis levam em torno de 450 anos para se decompor quando jogadas no lixão.
- Estima-se que um bebê usa 5.500 fraldas em seus 2 primeiros anos de vida. Uma média de 2% do lixo das cidades corresponde às fraldas descartáveis. São Paulo, por exemplo, produz 13 mil toneladas diárias de lixo, sendo 260 toneladas de fraldas descartáveis.
Contras:
- Um estudo feito em 2008 pela agência de Meio Ambiente do Reino Unido concluiu que o impacto de ambas é parecido. As fraldas de pano causariam 40% menos dano ao meio ambiente se lavadas de forma consciente, sem gastos excessivos de água e energia. A agência ressaltou, no entanto, que o cuidado quase não acontece. Se a família enxaguar cada fralda duas vezes, usar secadora ou levá-las para a lavanderia de carro, o impacto ecológico é idêntico.
Independentemente da escolha, o importante é usar a fralda com consciência.
Fonte: Época
sábado, 20 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Dormentes de plástico começam a ganhar espaço nos trilhos do país
A Wisewood, empresa de madeira plástica, com sede em Itatiba (SP), está em busca de investidores para promover sua expansão no país.
Primeira fabricante de dormentes de plásticos a partir de lixos residuais em escala industrial, a companhia tem contrato fechado com a concessionária de ferrovias MRS Logística e seus produtos já estão sendo testados pela Vale.
Criada em 2007 e com primeiro contrato fechado no início deste ano com a MRS, a empresa aposta agora no segmento de pisos industriais, utilizados em larga escala pela construção civil e também na fabricação de "decks" (revestimentos para áreas externas). A Wisewood é especializada em dormentes para reposição.
O controlador da empresa, Rogério Igel explica que a malha ferroviária é de cerca de 29 mil quilômetros no país, dos quais entre 1,5 milhão e 2 milhões de peças são repostas por ano. "Os dormentes de madeira que ficam em regiões que alagam, como a de Santos (SP), por exemplo, precisam de reposição a cada dois anos porque apodrecem."
Fonte: Valor Econômico, 22/10, pág. B1.
Primeira fabricante de dormentes de plásticos a partir de lixos residuais em escala industrial, a companhia tem contrato fechado com a concessionária de ferrovias MRS Logística e seus produtos já estão sendo testados pela Vale.
Criada em 2007 e com primeiro contrato fechado no início deste ano com a MRS, a empresa aposta agora no segmento de pisos industriais, utilizados em larga escala pela construção civil e também na fabricação de "decks" (revestimentos para áreas externas). A Wisewood é especializada em dormentes para reposição.
O controlador da empresa, Rogério Igel explica que a malha ferroviária é de cerca de 29 mil quilômetros no país, dos quais entre 1,5 milhão e 2 milhões de peças são repostas por ano. "Os dormentes de madeira que ficam em regiões que alagam, como a de Santos (SP), por exemplo, precisam de reposição a cada dois anos porque apodrecem."
Fonte: Valor Econômico, 22/10, pág. B1.
sábado, 6 de novembro de 2010
Cadela adota porquinho rejeitado na Espanha
Mais uma vez os animais ensinando ao homem como se tornar um verdadeiro ser racional!!!!
Bjs a todos neste manhã chuvosa e um ótimo fds!!!
Um porquinho foi adotado por uma cadela em uma fazenda da Espanha depois de ser rejeitado pelo açougueiro.
O leitão seria vendido para ser sacrificado e servido na ceia de Natal, mas o açougueiro da cidade espanhola de Cáceres rejeitou o animal, por ele ser muito pequeno. Mas, Diana, a cadela da família da dona da fazenda, resolveu adotar o porquinho.
Agora, o leitão vive como parte da ninhada de Diana, sendo amamentado e recebendo os cuidados de sua mãe adotiva, além de brincar com os irmãos.
Fonte: G1
Bjs a todos neste manhã chuvosa e um ótimo fds!!!
Um porquinho foi adotado por uma cadela em uma fazenda da Espanha depois de ser rejeitado pelo açougueiro.
O leitão seria vendido para ser sacrificado e servido na ceia de Natal, mas o açougueiro da cidade espanhola de Cáceres rejeitou o animal, por ele ser muito pequeno. Mas, Diana, a cadela da família da dona da fazenda, resolveu adotar o porquinho.
Agora, o leitão vive como parte da ninhada de Diana, sendo amamentado e recebendo os cuidados de sua mãe adotiva, além de brincar com os irmãos.
Fonte: G1
domingo, 31 de outubro de 2010
Colégio recolhe lixo eletrônico

O desconhecimento de um local adequado para descartar carregadores de um telefone celular antigo, teclados de computador quebrados e pilhas usadas é um dos principais motivos para acumular esse tipo de lixo tecnológico em casa. A partir de ontem, munícipes de Santos, Guarujá e Praia Grande podem se livrar desse tipo de material em algumas unidades do Colégio Objetivo.
Todo o resíduo depositado será recolhido pela empresa Reciclo Ambiental, que dará o destino adequado para esse tipo de produto. Torres de computadores, monitores, teclados e celulares podem ser deixados nesses pontos em horário comercial. Pilhas e baterias serão encaminhadas para o Papa Pilhas, do Banco Real.
No próprio Objetivo, foi realizada uma campanha para o recolhimento de peças e componentes eletrônicos, que possuem elementos tóxicos, como chumbo, mercúrio e cádmio. Durante todo o ano letivo, os alunos participaram do projeto Biodiversidade em sala de aula e em eventos extras, exemplo do Fórum do Lixo Eletrônico, para tomarem ciência da importânciade descartar corretamente esses materiais do ponto de forma ambiental e socialmente responsável.
Conforme o diretor da empresa que fará a coleta dos resíduos eletrônicos nos colégios, Ronylson Rodrigues Freitas, esse trabalho já é realizado em alguns estabelecimentos de ensino da capital paulista, interior do Estado e até mesmo em Mato Grosso do Sul.
Ronylson revelou ainda que a Reciclo Ambiental promove um trabalho com professores e discentes das escolas técnicas estaduais (Etecs). Em breve, a entidade vai realizar uma grande videoconferência para tratar do lixo tecnológico. "Vamos oferecer para todas as Etecs do Estado interessadas em se tornar pontos de coleta desses produtos e levar o tema para os programas educacionais", ressaltou.
Confira os locais:
As pessoas podem levar, em horário comercial, os resíduos eletrônicos em quatro unidades do Colégio Objetivo da região:
Unidade Embaré - Av. Bartolomeu de Gusmão, 42, em Santos
Unidade Ponta da Praia - Av. Senador César Lacerda de Verguei- ro, 81 / 87, em Santos
Unidade Guarujá (Astúrias) - Avenida General Rondon, 50
Unidade Praia Grande (Caetés) - Avenida Caetés, 190
Fonte: Jornal A Tribuna
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Exposição em São Paulo apresenta carro produzido no Brasil totalmente sustentável
Um carro sustentável produzido no Brasil foi a grande atração da abertura da 19ª edição da Exposição Internacional de Tecnologia da Mobilidade, em São Paulo.
O automóvel é totalmente elétrico, pesa menos do que os atuais que estão em circulação e é construído com polímeros recicláveis. Os componentes são reforçados com fibras naturais e o carpete feito com material de garrafas plásticas recicladas. A roda não utiliza metal, é feita de plástico industrial mais leve que o alumínio.
Em 1994, a exposição foi palco da primeira aparição do carro com tecnologia bicombustível, lançado comercialmente em 2003 e que hoje é realidade nas ruas.
Segundo o presidente da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade do Brasil que organiza a feira, Besaliel Botelho, partes do carro sustentável devem estar em uso nos próximos anos. No entanto, ainda será necessário esperar mais tempo para que os carros elétricos passem a ser maioria.
“Há tecnologias que já estão em um dois anos no mercado e outras demoram um pouco mais. O tema da eletrificação do veículo, com certeza vai demorar mais. Há questões a serem discutidas, como modelo de negócios para veículos elétricos, como vamos abastecer. O tempo de recarga de bateria ainda são muito longos, de 12 horas de carga”.
A exposição ocorre no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 5 e 7 de outubro.
Fonte: Agência Brasil
O automóvel é totalmente elétrico, pesa menos do que os atuais que estão em circulação e é construído com polímeros recicláveis. Os componentes são reforçados com fibras naturais e o carpete feito com material de garrafas plásticas recicladas. A roda não utiliza metal, é feita de plástico industrial mais leve que o alumínio.
Em 1994, a exposição foi palco da primeira aparição do carro com tecnologia bicombustível, lançado comercialmente em 2003 e que hoje é realidade nas ruas.
Segundo o presidente da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade do Brasil que organiza a feira, Besaliel Botelho, partes do carro sustentável devem estar em uso nos próximos anos. No entanto, ainda será necessário esperar mais tempo para que os carros elétricos passem a ser maioria.
“Há tecnologias que já estão em um dois anos no mercado e outras demoram um pouco mais. O tema da eletrificação do veículo, com certeza vai demorar mais. Há questões a serem discutidas, como modelo de negócios para veículos elétricos, como vamos abastecer. O tempo de recarga de bateria ainda são muito longos, de 12 horas de carga”.
A exposição ocorre no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 5 e 7 de outubro.
Fonte: Agência Brasil
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