segunda-feira, 12 de abril de 2010

Telhado inteligente economiza energia em todas as estações

Cubra a sua casa com um telhado claro, capaz de refletir a luz solar, e você terá efeitos opostos conforme a estação. A casa ficará fria no verão, diminuindo a necessidade do ar condicionado, mas ficará gelada no inverno, aumentando o uso do aquecedor.

Escolha telhas pretas e o resultado será inverso, com uma casa quentinha no inverno mas tórrida no verão.

Ou seja, mesmo querendo aderir a uma construção mais ambientalmente correta, será difícil escapar do consumo de energia numa ou noutra estação. Não dá para ter as duas coisas ao mesmo tempo.

“Telhado inteligente” – Um grupo de engenheiros dos Estados Unidos lançou agora o conceito de “telhado inteligente”, capaz de “ler” um termômetro e ajustar suas propriedades de acordo com a temperatura.

Fabricado com um material derivado do óleo de cozinha usado, o revestimento muda automaticamente de característica, passando para a reflexão ou para a absorção do calor solar quando a temperatura exterior atinge um valor específico predeterminado, que pode ser ajustado às condições climáticas locais.

Telhados revestidos com o novo material serão capazes de refletir a abrasadora luz do Sol do verão, diminuindo os gastos com ar condicionado. Durante o inverno, o material passa a absorver o calor, ajudando a aquecer o interior da residência e diminuindo os gastos com aquecimento.

Este biorrevestimento de telhado inteligente, em comparação com um telhado tradicional, é capaz de reduzir os custos de aquecimento e de refrigeração ao mesmo tempo, uma vez que ele responde ao ambiente externo. Além disso, proporcionará um novo uso para milhões de litros de óleo usado.

Os testes mostraram que revestir um telhado com a cobertura à base de óleo reciclado pode reduzir a temperatura das telhas de 50 a 80% nos meses mais quentes do ano.

Durante o inverno, o revestimento pode aumentar a temperatura do telhado em até 80 por cento em comparação com os telhados tradicionais.

Para fabricar o revestimento, o óleo de cozinha usado é transformado em um polímero líquido que endurece após a aplicação. Ao contrário do óleo descartado, que pode trazer consigo o cheiro das frituras, o polímero resultante é praticamente inodoro.

Os fabricantes poderão produzi-lo em qualquer tonalidade, variando do claro ao preto, dependendo dos aditivos usados.

Não deve-se tentar jogar óleo de cozinha usado sobre o telhado na tentativa de conseguir um efeito similar. Isso porque o óleo de cozinha comum não irá se transformar em um polímero e não irá endurecer, além de não conter o ingrediente para controlar os níveis de luz infravermelha e ainda representar um risco de incêndio para a casa.

O próximo passo da pesquisa é monitorar a durabilidade do material. Embora falem em “vários anos”, os pesquisadores afirmam que a cobertura poderá ser reaplicada se deteriorar.

Eles esperam ter o produto pronto para comercialização dentro de três anos.

Fonte: Site Inovação Tecnológica

quarta-feira, 31 de março de 2010

Feiras-livres ganham postos de coleta de óleo em Santos


Conscientizar a população para a preservação do ambiente e incentivá-la à mudança de hábito são os objetivos do projeto 'Óleo na Feira', lançado na última sexta, na feira-livre da Rua Campos Melo, com a instalação de um 'ecoponto' - galões de coleta de óleo de cozinha usado.

Os recipientes ficam dispostos em uma das extremidades das feiras, onde poderá ser despejado o óleo usado. Após o recolhimento, o material será repassado a uma usina de reciclagem para transformação em biodiesel. "Se jogado em ralos, vasos sanitários ou pias, o óleo contamina o oceano, rios e praias; se lançado no lixão, contamina o solo", explica o ambientalista Nelson Rodrigues, idealizador do projeto, mantido em parceria com a empresa Marin, de gerenciamento de resíduos, e apoio da prefeitura.

Para a dona de casa Valdicea da Costa Ponto, o projeto chegou em boa hora. "Antes eu jogava no ralo, agora vou trazer na feira", disse. O lançamento do trabalho foi acompanhado de distribuição de folder sobre consequências do óleo despejado em local incorretos e formas de colaborar com o ambiente.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Participe da Hora do Planeta


No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.

Existem diversas formas de participação. A primeira delas é se cadastrar.
Informe os dados necessários no site: http://www.horadoplaneta.org.br/participe.php
É bem rápido. O cadastro dos participantes é a principal maneira de avaliar quantas pessoas apagaram as luzes. Os participantes brasileiros serão somados com os de outros países, formando uma grande corrente pelo futuro do planeta. Os nomes das empresas cadastradas vão aparecer na página Quem Já aderiu.

Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!

Saiba o que acontece no mundo inteiro na Hora do Planeta. Acesse www.earthhour.org.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Dia Munidla da Água - Água Limpa para um Mundo Saudável


Em todo o mundo, o mês de Março é dedicado a atividades e reflexões sobre o uso consciente da água. A humanidade vive hoje os primeiros capítulos de uma crise de escassez, que tende a se aprofundar nas próximas décadas, caso não sejam tomadas ações globais no sentido de promover o uso sustentável do recurso. Em todo o mundo, a qualidade da água vem declinando drasticamente, resultado da rápida urbanização, do desperdício e da falta de tratamento sanitário e industrial adequado. Segundo a ONU, 32% da população mundial permanece sem acesso a saneamento básico. Todos os dias, dois milhões de toneladas de dejetos e outros efluentes são lançados diretamente em águas superficiais.
Não faltam alternativas para alcançarmos um padrão sustentável de consumo. Uma solução relativamente simples e que já foi adota em algumas regiões é a substituição de equipamentos economizadores (por exemplo, válvulas e bacias sanitárias que consomem 6 litros de água por acionamento, em vez de 12 ou até mais de 20 litros). No Brasil, estes produtos são fabricados desde 2003, por norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, porém, até agora, não foram oferecidos quaisquer benefícios para modernização da rede hidráulica de residências, escritórios e empresas, e nem mesmo para a instalação desses produtos em construções novas. Outras soluções viáveis para racionalizar o consumo, mas ainda pouco disseminadas, são o reuso da água e o aproveitamento de águas pluviais para fins não-potáveis, como irrigação de jardins e limpeza.
Por isso neste dia 22 repense suas atitudes e analise se o que você está fazendo é o suficiente para judar o planeta!!!

sábado, 13 de março de 2010

Gisele Bündchen lança linha de cremes 'ecológicos' para pele


Depois de se tornar uma bem sucedida empresária de calçados, com sua linha para a gigante Grendene, Gisele Bündchen deu mais um passo em direção ao mercado de produtos licenciados: ela lança na próxima segunda-feira (15) uma linha de cremes para a pele, batizada de "Sejaa Pure Skincare".

A linha pretende ser ecológica e os produtos terão ingredientes naturais em sua composição, causando o menor impacto possível no meio ambiente. As embalagens serão confeccionadas com papel reciclado.

quarta-feira, 10 de março de 2010

IBM projeta plástico biodegradável à base de vegetais


Pesquisadores da IBM anunciaram nesta terça-feira (9) a descoberta de uma forma de fabricar plástico a partir de plantas para substituir produtos à base de petróleo que prejudicam o ambiente.

A empresa promete a obtenção de um plástico biodegradável fabricado de tal maneira que permita economizar energia.

A descoberta da "química verde" com "catalisadores orgânicos" permite obter um plástico reciclável várias vezes, em vez de apenas uma, como ocorre com o fabricado por meio do uso de catalisadores de óxido de metal.

Medicina - Esses "plásticos verdes" poderão também servir para aperfeiçoar tratamentos médicos, como o tratamento contra o câncer, destinado a eliminar as células malignas sem afetar as sãs.

A IBM trabalha com cientistas na "Cidade saudita para a Ciência e a Tecnologia" de King Abdul Aziz para pôr em prática a descoberta.

Os resultados do trabalho foram publicados nesta semana na revista "American Chemical Society's Macromolecules".

Fonte: G1

sábado, 6 de março de 2010

Rede de supermercado vai eliminar sacolas plásticas em até 4 anos


O Grupo Carrefour banirá a utilização de sacolas plásticas em toda a sua rede de lojas no Brasil nos próximos quatro anos.

O anúncio oficial da decisão, uma das mais expressivas ações de sustentabilidade das grandes redes varejistas no país, será feito no próximo dia 15, na loja do Carrefour localizada em Piracicaba, interior de São Paulo.

Segundo o diretor de Sustentabilidade do Carrefour, Paulo Pianez, a decisão vale tanto para as sacolas plásticas entregues ao consumidor quanto para os sacos plásticos utilizados dentro das lojas (por exemplo, para acondicionar frutas ou legumes). E envolve todas as marcas do grupo (Carrefour, Atacadão e Dia%).

Para compensar possíveis impactos negativos da medida em relação aos consumidores, que no caso brasileiro utilizam de maneira intensiva as sacolas plásticas, especialmente como sacos de lixo, o Carrefour oferecerá opções para o transporte das compras, como sacolas retornáveis vendidas a preço de custo e caixas de papelão usadas nas lojas, entre outras.

Em conjunto com a Basf, a empresa também desenvolveu uma sacola plástica com capacidade para até dez quilos feita de material bioplástico 100% degradável.

Um produto que, segundo o Carrefour, é totalmente absorvido pela natureza em até 18 semanas (uma sacola plástica comum leva até 300 anos para se decompor).

Nos últimos anos, o grupo adotou o banimento dos plásticos em diversos países nos quais opera, como França, Bélgica, Polônia e Espanha.

Para evitar que o consumidor sinta-se prejudicado ao não poder contar com as sacolas plásticas para acondicionar seu lixo doméstico, a rede varejista oferecerá ainda sacos de lixo produzidos com plástico reciclado a um custo subsidiado, além de promover fóruns e palestras com os consumidores para esclarecer o impacto ambiental das sacolas plásticas tradicionais.

Tendência - O banimento das sacolas plásticas no Carrefour é mais um capítulo na acirrada disputa entre as grandes varejistas do país por ações de sustentabilidade, que ganharam fôlego nos últimos anos.

O Walmart, por exemplo, vem apostando no engajamento de sua cadeia de fornecedores para criar produtos 100% sustentáveis.

Já o Pão de Açúcar, conhecido pelas ações de reciclagem que promove, ampliou sua rede de "lojas verdes" e também adotou uma série de procedimentos socioambientais. "Essa é uma disputa da cooperação.

Fonte: Folha Online